top of page

MINHA REDE SOCIAL FOI INVADIDA, CABE UM PROCESSO?

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina publicou ontem em seu site uma notícia a respeito de uma mulher que teve seu perfil no Instagram invadido, e com isso procurou um Juizado Especial para recuperar a conta e pedir indenização por danos morais. A sentença de 1º grau foi confirmada pela Turma Recursal. Esta decisão vai ao encontro de tantas outras que os diversos tribunais do país tem proferido. Primeiro, é bom que se diga, que os usuários das redes sociais tem a chamada "relação de consumo" com estas, e que o regramento a ser buscado é exatamente o do Código do Consumidor. E a pergunta posta acima sobre se "cabe um processo?" em caso de invasão, é respondida somente com análise de caso a caso. A grande reclamação dos usuários de redes sociais que são submetidos a este tipo de situação é exatamente a dificuldade em resolver o problema junto ao suporte das redes. A demora e a falta de informações e de solução para a invasão tem ultrapassado os limites do razoável e daí infelizmente as questões sem sido judicializadas. As redes sociais tornaram-se ferramentas poderosas de comunicação e publicidade e diariamente se tem notícia de empresas de todo o porte que passam por este problema de invasão em seus perfis causando prejuízos de toda monta. O ideal seria que a resolução destes casos ocorresse entre usuário e as redes sem a intervenção do Poder Judiciário, porém a impressão que passa é que a negligência tem sido regra e com isso cresce de forma exponencial as Ações que discutem esse tipo de situação. E você, já teve essa experiência desagradável? E resolveu de que forma? Conte aqui nos comentários. #golpe#comprasonline#advogadoconsumidor#advogadoconsumerista#direitodoconsumidor

4 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

PIRÂMIDE FINANCEIRA EM FLORIANÓPOLIS?

Matéria de 13/03/2023 do Portal NSC do jornalista @andersonsilvajor conta que um grande número de investidores de Florianópolis e região pode ter caído em um esquema de pirâmide financeira. A envolvid

Comments


bottom of page